segunda-feira, 10 de setembro de 2018

O FANTASMA DO REI LEOPOLDO II DA BÉLGICA


    

  

   
       Mais um livro importante para postar no blog. “O Fantasma do Rei Leopoldo”, de Adam Hochschild. O obra nasceu da necessidade de Hochschild de relatar a história do Congo do rei Leopoldo II. Segundo o autor somente o livro “O coração das trevas” (“heart of darkness”) de Joseph Conrad, havia tratado do genocídio praticado nesta região da África.
     Outro fato importante neste livro foi trazer documentos ainda desconhecidos, resultantes de pesquisas feitas nos arquivos confidenciais e nos papéis do próprio rei Leopoldo II da Bélgica. 






    O rei Leopoldo II da Bélgica, pode, e deve ser reconhecido pelas atrocidades cometidas no Congo. Ele está entre os maiores assassinos da humanidade. Estima-se que ele matou mais de 10 milhões de pessoas no Congo, sem ter pisado por lá.
     Até a próxima postagem e boa leitura.








segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A DIMENSÃO DO INCÊNDIO QUE DESTRUIU O ACERVO DO MUSEU NACIONAL DO RIO DE JANEIRO

    A minha postagem deste momento é para compartilhar a importância do Museu Nacional do Rio de Janeiro para o povo brasileiro e para os moradores do Rio de Janeiro. Lembro que desde criança visitava o Museu e o Zoológico da Quinta da Boa Vista que está localizado no bairro de São Cristóvão. O museu juntamente com o zoológico fazia parte do roteiro das famílias, principalmente que residiam na zona norte e que nos feriados festivos, como o Dia das Mães e o Dia das Crianças faziam piqueniques no jardim da Quinta. Foram mais de 200 anos de História destruídos pelo fogo e pela negligência do Estado brasileiro. Além ter sido a residência da Família Real, o Museu Nacional abrigava um acervo de inestimável valor histórico. Algumas peças foram adquiridas ainda pelo Imperador Dom Pedro II, como as múmias em exposição permanente. Enfim, uma grande perda histórica, antropológica arqueológica para o Brasil. Abaixo segue imagens de alguns itens que possivelmente, se foram no incêndio.





























sábado, 1 de setembro de 2018

A EVOLUÇÃO DA ARTE DE DESENHAR E PINTAR DE JAMILE XAVIER



      Olá.
  Após vários adiamentos, consegui tempo para fazer uma postagem abordando o processo de evolução artística com desenhos e pinturas da minha filha, Jamile, que provavelmente teve início a partir dos quatro anos de idade. Em 2006, residindo na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, percebi que fazia algum tempo, acredito que a partir dos cinco ou seis anos, ela tinha o hábito de fazer desenhos com canetas esferográficas. Mesmo antes, ela já arriscava alguma coisa com o lápis. A partir dessa constatação passei a observar os desenhos que ela fazia. Normalmente copiava desenhos de revistas ou da internet. Dessa forma, eu sempre deixava resmas de papéis de rascunhos para ela desenhar, mas nunca me dei conta da evolução dos desenhos produzidos. 






















      Ainda em 2006, com o meu interesse em realizar uma especialização em Historia da Arte, passei a frequentar as livrarias de sebo do Rio de Janeiro e Niterói em busca de livros sobre o tema. Então adquiri livros usados de Monet, Modigliane, Picasso, Van Gogh, Gaugui e outros. Passei a deixar esses livros com a Jamile e ela ficava copiando as pinturas. Notei que ela teve mais interesse nas pinturas do Picasso. 










































     Nesse processo, ela passou a desenhar e pintar com lápis coloridos. A partir dos dez anos, eu a matriculei em uma escola de desenho, onde fez um curso básico e passou a pintar com giz pastel seco. 















       Atualmente ela está iniciando um novo curso de desenho que aborda o Construtivismo Universal do pintor uruguaio Joaquin Torres Garcia.
Ao longo do texto, segue uma exposição virtual de parte do material produzido ao longo desses anos com caneta esferográfica, lápis e giz pastel seco.